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SIMFaz

Sistema de monitoramento de fazendas

A atividade agropecuária está sujeita a diversas situações que ameaçam não só as propriedades rurais e os produtores, mas também seus parceiros de negócios ao longo da cadeia produtiva — como fornecedores, compradores e instituições financeiras. Os produtos da linha SIMFaz permitem monitorar riscos ambientais, sociais e financeiros. Trata-se de um sistema de inteligência geográfica gerada com base na análise e no processamento de imagens de satélites em conjunto com dados climáticos, territoriais e ambientais cuidadosamente selecionados e constantemente atualizados.

O que o SIMFaz proporciona

  • Informações importantes e em tempo hábil sobre os riscos a que estão expostos os agentes que transacionam com produtores e propriedades rurais, acessíveis pela web ou por aplicativos que podem ser integrados a outros sistemas já utilizados pela empresa cliente.
  • Custo acessível e em diferentes formatos de contratação, adaptando-se às necessidades dos clientes. A linha é comercializada por meio de assinatura mensal (no padrão de software como serviço, ou SaaS), em pacotes de avaliações ou atendimento sob demanda.

Clientes em potencial

Bancos, cooperativas de crédito, seguradoras, resseguradoras, reguladoras de seguro rural, fundos de investimentos, traders de grãos, beneficiadoras, cooperativas, fabricantes de insumos agropecuários, revendas de grãos e insumos, indústrias de máquinas, implementos agrícolas e frigoríficos.

O que é oferecido

O SIMFaz é composto de três módulos independentes e complementares: Socioambiental, Avaliação de Imóveis e Lavouras.

Socioambiental

Permite monitorar se as propriedades rurais e seus detentores estão em conformidade com os critérios socioambientais. O produto oferece um amplo checklist de consultas automáticas, customizadas de acordo com as exigências socioambientais legais e políticas ESG que cada cliente possui — o sistema gera alertas quando algo não está em conformidade. Podem ser consultados, por exemplo, a regularidade do Cadastro Ambiental Rural (CAR), se há embargos do Ibama ou SEMAs e, se a propriedade está negativamente listada entre os empregadores que submetem os trabalhadores a situações de trabalho análogo ao trabalho escravo. O sistema identifica se há conflitos de sobreposição com Unidades de Conservação, Terras Indígenas e Quilombolas e com outras áreas especiais. Com base em dados georreferenciados ou limites do CAR é possível também checar a regularidade com o Amazônia Protege do MPF, da Moratória da Soja — disponível para os signatários —, além dos desmatamentos identificados pelo PRODES/Inpe, entre outros. As informações de cada consulta permanecem armazenadas para auditoria e validação dos resultados.

Avaliação de Imóveis Rurais

Permite avaliar os atributos de valor dos imóveis, como infraestrutura logística, a proximidade de cidades ou pólos regionais, o tipo dos solos e sua aptidão agrícola, a altitude e a declividade, o histórico de precipitação e temperatura e as características da região em que o imóvel se encontra. Por meio da análise de uma série histórica de imagens de satélite, determinam-se a área de produção agrícola do imóvel e as mudanças de uso e cobertura da terra ao longo dos últimos anos, de modo a verificar o processo de intensificação agrícola e a sua adequação ao Código Florestal. Com base nesse diagnóstico, a Agrosatélite, juntamente com seus parceiros, desenvolveram uma metodologia opcional para a valoração remota do imóvel.

Lavouras

Permite avaliar o desempenho histórico das lavouras na fase de contratação de crédito e seguro rural para minimizar riscos. O produto integra também um monitoramento permanente do desenvolvimento das lavouras ao longo da safra. Tudo isso feito por meio de imagens de satélites (até 4 imagens semanais) e de uma ampla base de dados de campo, além de índices pluviométricos associados às diferentes condições de solo. A Agrosatélite estima a produtividade potencial das principais culturas agrícolas como soja, milho, algodão e cana-de-açúcar, além do risco de eventuais quebras de produtividade em até vários momentos ao longo de uma safra agrícola. É compatível com a Resolução 4.427/2015 e 4.895/2021 do Banco Central do Brasil, que trata sobre a utilização do sensoriamento remoto na fiscalização de operações de crédito rural por instituições financeiras.

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