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Expansão agrícola no Cerrado e na Amazônia

Linha MapS

UM MAPEAMENTO DA EXPANSÃO DA AGRICULTURA NO CERRADO E NA AMAZÔNIA

As duas fases deste projeto mostram a dinâmica da expansão da área plantada com culturas anuais em dois dos mais importantes biomas brasileiros, ambos com grande potencial para a expansão agrícola e de grande interesse para a conservação. A primeira etapa realizada centrou foco no Cerrado, com apoio financeiro da Fundação Gordon and Betty Moore. A segunda fase abrangeu o bioma Amazônia, apoiada financeiramente pelo Gibbs Land Use and Environment Lab da Universidade de Wisconsin.

No total, foram analisadas aproximadamente 2 mil imagens de satélite (Landsat, Sentinel e ResourceSat) em cada uma das safras analisadas.

O projeto tem servido de base para uma série de produtos que trazem mais transparência e uma sólida compreensão sobre a expansão agrícola recente no Cerrado e Amazônia. São ferramentas de auxílio ao setor produtivo, ao governo, às universidades e organizações da sociedade civil e a outros agentes ligados à produção e à conservação ambiental. Seus resultados foram ou estão sendo utilizados em iniciativas como a Moratória da Soja e Agroideal, além de dar subsídios a organizações como o Grupo de Trabalho do Cerrado (GTC), Global Forest Watch (GFC), Gibbs Lab e Trase, entre outros.

Exemplo de mapa das culturas anuais para o bioma Cerrado na safra 2013/14

Confira os relatórios já disponíveis para o bioma Cerrado:

Análise Geoespacial da Dinâmica das Culturas Anuais no Bioma Cerrado
2000/2014

Análise Geoespacial da Dinâmica da Soja no Bioma Cerrado
2014/2017

Acesse o site biomas.agrosatelite.com.br para mais informações.

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MapBiomas — mapeamento eficiente dos biomas

Linha MapS

INOVAÇÃO PARA MAPEAMENTO DO USO E COBERTURA DE SOLO NO BRASIL COM FOCO EM AGRICULTURA E FLORESTAS PLANTADAS

O Mapeamento Anual da Cobertura e Uso do Solo do Brasil (MapBiomas) é uma iniciativa que envolve uma rede colaborativa com especialistas em cada um dos biomas e em temas transversais, como agricultura, pecuária e zonas costeiras. O projeto nasceu para tentar responder à seguinte pergunta: é possível produzir mapas anuais de cobertura e uso do solo para todo o Brasil de forma significativamente mais barata, rápida e atualizada, possibilitando a recuperação do histórico das últimas décadas? Os propósitos: contribuir para o entendimento da dinâmica do uso do solo no Brasil, tendo como base o desenvolvimento e implementação de uma metodologia ágil, confiável e de baixo custo para gerar mapas anuais de uso e cobertura do solo no Brasil a partir de 1985 até os dias atuais, a criação de uma plataforma para disseminar a metodologia para outros países e regiões interessadas e estabelecer uma rede de especialistas para o mapeamento do uso e cobertura do solo e sua dinâmica.

A partir disto, foi estabelecida uma cooperação técnica com o Google para desenvolver uma plataforma baseada no Google Earth Engine. O projeto iniciou efetivamente em julho de 2015. Hoje, o MapBiomas utiliza processamento em nuvem e classificadores automatizados desenvolvidos e operados a partir da plataforma Google Earth Engine para gerar uma série histórica anual de mapas da cobertura da terra no Brasil.

Como referência em inovação e sensoriamento remoto agrícola, a Agrosatélite é a responsável pelo mapeamento no MapBiomas das classes de agricultura e as florestas plantadas.

Acesse o site mapbiomas.org para mais informações.

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Canasat — sensoriamento remoto dos canaviais

linha Safras

O MAIS ANTIGO E BEM SUCEDIDO PROJETO DE SENSORIAMENTO REMOTO APLICADO À AGRICULTURA

Um dos exemplos mais bem-sucedido do poder das tecnologias de sensoriamento remoto para avaliação de lavouras é o Canasat, nascido no Inpe em 2003 sob os cuidados da equipe de pesquisadores de onde sairiam os sócios da Agrosatélite — a empresa assumiu a responsabilidade pela execução do projeto em 2014. O Canasat atualmente mapeia os canaviais cultivados no Centro-Sul e no Nordeste do Brasil por meio de imagens dos satélites MSI/Sentinel 2A e 2B e OLI/Landsat 8. Da análise, resulta uma estimativa da área de cana disponível para colheita antes do início da safra. Mais: o projeto fornece subsídios para uma análise mais abrangente de um setor tão importante para o país como o sucro-energético. Exemplos disso são os dados sobre a taxa anual de renovação com cana de 18 meses, a área de expansão ou de retração dos canaviais, o histórico de mudança de uso e de cobertura da terra em decorrência da expansão do cultivo. Foi fundamental, também para diversos estudos acadêmico-científicos premiados relacionados ao setor (clique aqui para ler alguns deles).

A União da Indústria da Cana-de-açúcar de São Paulo (Unica) é usuária das informações geradas pelo Canasat desde 2003 — hoje o projeto de estimativa de área baseado em sensoriamento remoto em operação há mais tempo no Brasil.

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Moratória da Soja — agricultura e conservação

Linha MapS

PARA DEIXAR A SOJA PRODUZIDA EM NOVOS DESMATAMENTOS FORA DO MERCADO

Desde 2013 a Agrosatélite mapeia anualmente as áreas cultivadas nos desmatamentos recentes do bioma Amazônia. O objetivo é garantir que a indústria exportadora de soja do Brasil não compre nem comercialize a produção proveniente dessas áreas, cumprindo um acordo firmado entre o setor produtivo e a sociedade civil em julho de 2006.

O bioma Amazônia é conhecido, dentre outros aspectos, pela extensão territorial quase continental e pelo elevado índice pluviométrico ao longo do período da safra. O monitoramento da soja torna-se, portanto, uma tarefa desafiadora, viável somente com a análise de milhares de imagens pela Agrosatélite todos os anos. Em 2017/18, os mapas produzidos pela Agrosatélite identificaram 63.316 hectares de soja em desacordo com o estabelecido na Moratória. São lavouras situadas em desflorestamentos mapeados pelo PRODES de 2009 a 2017. A área corresponde a 1,0% da soja cultivada no bioma Amazônia na safra 2016/17 e a 1,2% do total dos desflorestamentos ocorridos durante a Moratória.

A iniciativa é internacionalmente reconhecida como muito relevante no combate ao desflorestamento associado à produção de soja no bioma Amazônia. Trata-se de um caso de sucesso, que mostra a possibilidade de conciliar a produção agrícola com a preservação do meio ambiente por meio do uso racional da terra. Basta constatar que nos doze anos de existência da Moratória, a área cultivada com soja no bioma Amazônia mais do que quadruplicou, passando de 1,14 milhão de hectares na safra 2006/07 para 4,66 milhões de hectares em 2017/18 — e, apesar da expansão, em 2018 apenas 63 mil hectares estavam em desacordo com a Moratória. Veja os relatórios completos:

Moratória da Soja
2017/2018

Moratória da Soja
2016/2017

Moratória da Soja
2015/2016

Moratória da Soja
2014/2015

Moratória da Soja
2013/2014

Acesse o site da ABIOVE para mais informações.

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Mapeamento das áreas irrigadas

Linha MapS

UM RETRATO DA CANA-DE-AÇÚCAR IRRIGADA NO BRASIL

A Agrosatélite foi selecionada em 2016 pela Agência Nacional de Águas (ANA) para mapear as áreas de cana-de-açúcar irrigada sob diferentes lâminas (irrigação de salvamento, com déficit hídrico e plena) em toda o Centro-Sul do país na safra 2015/16. O trabalho identificou a existência de 1,7 milhão de hectares de cana irrigada, o equivalente a 17,2% dos canaviais cultivados na região. Destes, apenas 27.300 hectares (1,6%) sob irrigação com déficit ou plena.

Agora a Agrosatélite retornou ao projeto, assumindo a responsabilidade pela atualização do estudo para a safra 2017/18 e incluindo a região Nordeste do país. Adicionalmente, serão mapeados seis polos de diversos cultivos agrícolas irrigados em diversas regiões do Brasil com base em dados meteorológicos e de sensoriamento remoto, oferecendo uma base metodológica para a expansão futura de mapas de cultivos irrigados.

Levantamento da cana-de-açúcar irrigada na região centro-sul do Brasil

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Inventário nacional de emissões de GEE

Linha MapS

UMA CONTRIBUIÇÃO PARA AS METAS DO CLIMA

Mais da metade das emissões de gases de efeito estufa (GEE) no Brasil são decorrentes das mudanças de uso e cobertura da terra. A Agrosatélite foi selecionada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC) para atualizar o mapa de uso e cobertura da terra de todo o país para a IV Comunicação Nacional (4CN), a fim de atender às obrigações do país no âmbito da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima (UNFCCC).

Para realizar o trabalho, a empresa conta com uma unidade dedicada ao projeto, constituída por uma equipe multidisciplinar integralmente concentrada no processamento e interpretação de milhares de imagens Landsat e Sentinel adquiridas em períodos chave, considerando a dinâmica de mudança de uso e cobertura da terra de cada bioma.

No projeto, a Agrosatélite tem a oportunidade de produzir mapeamentos de excelência para estimar de forma confiável as emissões de GEE provenientes das mudanças de uso e cobertura da terra ocorridas no período de 2010 a 2016.

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Agroideal

Linha GISDev

IDENTIFICANDO RISCOS E OPORTUNIDADES PARA A PRODUÇÃO SUSTENTÁVEL

O Agroideal é uma iniciativa pioneira para as cadeias da soja e da pecuária. Por meio dela, empresas, ONGs, bancos e instituições de pesquisa juntaram esforços para desenvolver um sistema de inteligência territorial online e gratuito de suporte a tomada de decisões para avaliar territorialmente os riscos socioambientais associados a investimentos na expansão agrícola. O objetivo: buscar maior desempenho econômico e produtivo aliado à baixos impactos ambientais e sociais.

O sistema é desenvolvido e mantido pela Agrosatélite e inova ao trazer informações inéditas e espacialmente explícitas, auxiliando as cadeias da soja e da pecuária a fomentar o uso de áreas já abertas para expansão da produção.

É uma ferramenta para que atores setoriais, pesquisadores, gestores e toda a comunidade adquiram conhecimento do seu território e promovam seu desenvolvimento sustentável.

O Agroideal está disponível para os biomas Cerrado e Amazônia no Brasil e Gran Chaco na Argentina e no Paraguai.

Assista o vídeo da inciativa:

Acesse o site do Agroideal para mais informações.


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